sexta-feira, setembro 10, 2010

Redefining Openess: a vision for Open Practices

Grainne Conole é Professora da Open University no Reino Unido....


@EFQUEL - Day 2

Realmente no segundo dia a qualidade geral dos trabalhos e das intervenções subiu substancialmente. Aqui, até posso estar condicionado pela excelente key-note do Pro. Roberto Carneiro logo pela amanhã, e pelo à-vontade e boa disposição do fantástico Claudio Donti pela tarde fora.

Enfim... falou-se de aspectos críticos, procuraram-se respostas para problemas antigos, fizeram-se recomendações, determinaram-se linhas de orientação.... ou seja, não fiquei com a sensação que estavam a a querer "impingir" uma qualquer ferramenta mal amanhada mas que a minha opinião e visão eram também importantes para o debate e para alinhar as perspectivas de todos os participantes.

E os mapas conceptuais?!? até ficaram bem engraçado.... :P

quinta-feira, setembro 09, 2010

@EFQUEL - Day 1

Bem... isto só hoje é que começa mesmo.... O "open day" foi fraquinho..... se calhar escolhi mal o workshop mas a verdade é que a avaliação para a qualidade do eLEarning deixou muito a desejar.
O dia inicia hoje começa melhor... apesar das dificuldades em chegar devido a imprevitos previsíveis (daaahh), é um luxo entrar num auditório para ouvir falar o Prof. Dr. Roberto Carneiro sobre a sua visão do ensino e em particular do eLearning...  a coragem de assumir inovação nos processos de ensino-aprendizagem e a sua capacidade de pensar out-of-the-box são realmente uma mais valia para todos os que têm a felicidade de partilhar a sua visão...

A sua visão e a sua força, apesar das dificuldades que já vão sendo bem visíveis e perceptíveis, só podem mesmo ser um estímulo para sermos cada vez mais pessoas melhores..... e até dá para esquecer o dia de ontem (fraquinho, fraquinho....) e as peripécias do início do dia (daah)....

Bem-haja Professor...

quarta-feira, julho 28, 2010

Ciclo de desenvolvimento de conteúdos multimédia

Adaptação do Modelo ADDIE para desenvolvimento de conteúdos educacionais multimédia orientado no contexto de Learning Management Systems.


Fase 1 – ESTUDO/ANÁLISE PRÉVIA

  • Definição do curso, da(s) metodologia(s);
  • Definição do suporte tecnológico;
  • Definição do target;
  • Definição do ambiente de formação/contexto de utilização;
  • Selecção dos materiais existentes para início do desenvolvimento do storyboard.

Fase 2 – CONCEPÇÃO

  • Desenho do Mapa do Curso/arborescência;
  • Estruturação da informação (construção/definição da sequência de aprendizagem;
  • Definição da estratégia de desenvolvimento de conteúdos: ao nível pedagógico, técnico e de design;
  • Definição da estratégia de interacção e comunicação (ID e usabilidade) no conteúdo;
  • Definição da estratégia de normalização;
  • Criação do storyboard e do documento de regras pedagógicas.

Fase 3 – DESENVOLVIMENTO

  • Desenvolvimento do storyboard elaborado na F2; 
  • Integração dos momentos de auto-avaliação no conteúdo;
  • Prototipagem;
  • Testes.

Fase 4 – AVALIAÇÃO

  • Validação;
  • Normalização dos conteúdos SCORM 1.2 de acordo com os objectivos pedagógicos e organizacionais estabelecidos na fase de concepção (estratégia de normalização definida). 

O Instructional Design

O Instructional Design (ID) pode ser definido como um processo em que se analisam as necessidades e os objectivos de aprendizagem e se determinam as práticas instrucionais mais adequadas aos contextos educativos existentes.

O ID pretende ser uma garantia da qualidade dos processos de aprendizagem, revelando-se cada vez mais como um processo determinante para o sucesso e para a qualidade do eLearning. Promove a preocupação com a análise das necessidades e objectivos da aprendizagem e do desenvolvimento de uma instrução contextualizada que assegure a qualidade da aquisição de conhecimento e do desenvolvimento de competências.

Podemos considerar que o processo de ID tem um conjunto de características específicas que têm de se conjugar na sua implementação:
  • É CENTRADO NO ESTUDANTE e nos seus contextos de aprendizagem específicos, no seu perfil de aprendizagem e até no seu background cultural.
  • É ORIENTADO POR OBJECTIVOS, que são estabelecidos de acordo com os destinatários e as suas necessidades de aprendizagem.
  • TENTA SIMULAR SITUAÇÕES REAIS, contextualizando as práticas de aprendizagem.
  • POSSUI RESULTADOS MENSURÁVEIS através do feedback, tanto no âmbito da concepção e desenvolvimento como na própria implementação, recebendo igualmente inputs da avaliação dos programas (avaliação das aprendizagens, avaliação de satisfação e, no caso da formação profissional, da avaliação do desempenho dos formandos e do impacto da formação numa base temporal mais alargada).
  • É EMPÍRICO, ou seja, determina a experiência a prática como um guia orientador dos processos de aprendizagem.
  • RESULTA DE UM ESFORÇO DE EQUIPA, considerando os diferentes perfis necessários à implementação de um programa educativo desde a fase de análise prévia, e passando pelas restantes fases de desenho, concepção e desenvolvimento, implementação e avaliação.
Assim, será expectável que os conteúdos pedagógicos que sejam desenvolvidos com base num processo de ID coloquem o formando e o seu desempenho no centro do processo de aprendizagem, que o preparem para as situações que irá encontrar na sua prática e que possuam instrumentos de avaliação precisos e fiáveis que possam também fornecer ao formando um importante input na percepção do seu desempenho ao longo do percurso formativo.

quarta-feira, junho 30, 2010

Anatomy of an eLearning Lesson: Nine Events of Instruction

Artigo interessante com dicas sobre o desenho sessões de aprendizagem online...

By Shelley A. Gable
in http://empowerlms.wordpress.com/

"You’re tasked with outlining an eLearning lesson. You’ve analyzed your content and audience, and you have a clear understanding of what learners need to be able to do by the end of the lesson.

But how do you avoid designing a lesson that’s little more than a basic info dump?
How do you truly engage learning?
A handful of instructional design models offer formulas for assembling training in a way that captures learners’ attention, conveys content, and provides learners with an opportunity to practice and receive feedback on new skills. One of the more popular models is Robert Gagne’s nine events of instruction.
Here are the events:

1.Gain attention - Spark learners’ interest and curiosity to motivate learning
2.Inform learners of objectives - State training objectives or goals to communicate expectations
3.Stimulate recall - Include questions or an activity to engage existing knowledge to which learners can relate new content
4.Present content - Present the new content learners must learn, preferably with a variety of media
5.Provide learning guidance - Elaborate on presented content by telling stories, explaining examples and non-examples, offering analogies, etc.
6.Elicit performance (practice) - Prompt learners to practice using newly learned skills and knowledge
7.Provide feedback - Provide immediate and specific feedback to learners while they practice, to help shape their behavior to improve performance
8.Assess performance - Test learners on newly learned skills and knowledge to confirm that they’ve met the originally stated training objectives or goals
9.Enhance retention and transfer to the job - Provide support to ensure learners apply newly learned knowledge and skills on the job (e.g., post-training follow-up plans, job aids, etc.)

Although you may encounter situations when it’s not practical to include all of these steps in training, and sometimes you might apply these steps in a different order, this formula provides the basic structure you need to begin designing training that goes beyond basic communication.
Let’s look at an example of how this formula can be applied to a short eLearning lesson. This lesson is part of a larger eLearning course designed to teach experienced support staff in a small lending firm how to conduct quality control checks on mortgage applications. The purpose of this particular lesson is to teach learners how to identify errors.
-1- Gain attention
Prompt learners to guess the percent of mortgage applications that have errors (could set up as a multiple choice or free response question). After learners attempt to guess, reveal the alarming statistic. Then briefly explain to learners that they can dramatically decrease that number, and outline some of the positive impacts of catching errors.
-2- Inform learners of objectives
State: After completing this lesson, you will be able to identify errors on Application 1487B. Note that this is not the standard three-part objective (behavior, criterion, condition) that we should write when outlining the course. Although opinions on this vary, many believe that it is not necessary to present the entire objective to learners and that a simple purpose statement is sufficient.
-3- Stimulate recall
Prompt learners to identify the types of application errors they’ve heard about (could set up as a multiple response question). Ask learners to recall the consequences of those errors (could set up as a free response or matching question).
-4 & 5- Present content and provide learning guidance
Guide learners through the application, and explain how each section should be completed. Provide multiple examples of correct entries and common mistakes. When appropriate, ask questions to prompt learners to anticipate these examples based on their experience.
-6 & 7- Elicit performance (practice) and provide feedback
Present practice exercises in which learners identify errors (or the lack thereof) on sample applications. Provide immediate feedback to learners about the correctness of their responses, and provide hints as needed.
Practice exercises can be peppered throughout the presentation of content and learning guidance to break up the sections of the application. A final practice exercise could be handled as a game where the learner receives points for correct responses and is challenged to earn a certain number of points.
-8- Assess performance
Include a formal assessment at the end where the learner audits a few applications with varying types of errors. Provide learners with feedback after submitting the assessment and offer remediation as needed.
-9- Enhance retention and transfer to the job
Point learners to a job aid they can use on the job, and tell them where they can go with questions. Ensure that learners begin auditing applications shortly after they complete the training. If possible, assign learners to coaches who can check their early work and provide feedback.
In order to maximize training’s success, you must complement a model like this with instructional tactics that align with adult learning principles. Using this basic framework to begin designing an eLearning lesson can help ensure that you’ve included these critical components in your training.


Source: http://blog.integratedlearningservices.com/2010/06/anatomy-of-elearning-lesson-nine-events.html"

sexta-feira, maio 07, 2010

Disparates e um novo paradigma.... finalmente!!

Finalmente!!!

Finalmente consegui fugir ao paradigma mercantilista das consultoras e trabalhar efectivamente para o que me interessa... para o desenvolvimento de novas competências nas pessoas... conseguir ajudar o próximo a ser um melhor profissional sem ter de estar preocupado com margens de lucro, e com o crescimento disparatado de uma unidade que precisava de estar constantemente em bicos dos pés para ser (re)conhecida entre pares e que mesmo assim continua a não ter o mesmo tratamento institucional que a restante organização (pois é... para alguns, a formação continua e irá sempre continuar a ser o parente pobre).

Mas como estava a dizer... agora, finalmente, posso concentrar-me mais nas pessoas, e até no meu próprio desenvolvimento pessoal... Finalmente tenho tempo de chegar a casa e participar activamente nos disparates dos meus miúdos, sem que o trabalho fique por fazer ou sem que tenha de ficar acordado até às 4 ou 5 da manhã para terminar o que devia ser feito por pessoas que não existiam, porque as margens dos projectos não davam para alocar mais pessoas...

Finalmente, o reconhecimento dado no dia-a-dia pelo trabalho desenvolvido e não apenas quando era necessário trabalhar em esforço durante semanas a fio...

Finalmente... agora também estou do lado do cliente.... e não se pense que agora trabalho menos... acima de tudo trabalho melhor, mais feliz, com reconhecimento diário, e com o prazer de ver que a nossa competência é de facto reconhecida no fim da "linha de montagem".

Agora, finalmente, sinto-me de facto a evoluir, como pessoa e como profissional...

E viva a modernização administrativa!!

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Investigar ferramentas web 2.0

Foi criado um wiki para que podessemos fazer alguma investigação e partilha sobre a utilização das ferramentas web 2.0 em contextos educativos.


O wiki vive no endereço http://web2-learningtools.wikispaces.com


Todos podem participar... se quiserem ser dar o vosso contributo deixem uma mensagem em resposta ao post ou no mural do blog que farei a vossa inscrição no wiki...


Boas investigações!!

segunda-feira, setembro 28, 2009

Communities of Practice - a brief introduction

by Etienne Wenger (Junho 2006)

"The term "community of practice" is of relatively recent coinage, even though the phenomenon it refers to is age-old. The concept has turned out to provide a useful perspective on knowing and learning. A growing number of people and organizations in various sectors are now focusing on communities of practice as a key to improving their performance.

This brief and general introduction examines what communities of practice are and why researchers and practitioners in so many different contexts find them useful as an approach to knowing and learning."



Para ver o artigo completo clique aqui, ou visite o endereço http://www.ewenger.com/theory/

 

Talentos competentes na nova geração de eLearning

Paper de Sylvia van de Bunt-Kokhuis da Vrije Universiteit de Amsterdão.


"Quem aprende ao longo da vida e tem talento, seja qual for o seu país – e seja qual for a sua situação económica, social, linguística ou de incapacidade –, goza do direito de cidadania de acesso a um ambiente de aprendizagem em linha de boa qualidade. Este artigo trata da dinâmica dos postos de trabalho digitais e sobretudo das competências chave (as recomendadas pela Comissão Europeia) para aprender ao longo da vida nestas circunstâncias. As aptidões referidas abrangem competências digitais e multilingues, e também capacidades sociais e cívicas."


Clique aqui para ver o artigo em versão PDF:
Talent competences in the new eLearning generation